quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mais um dia.

HOje me sinto quebrada, despedaçada.
Os sonhos se foram. Os projetos, esquecidos.
Minh'alma chora e a despedida será breve.
Simples assim.
Duas almas vagando em meio multidão.
De novo.

3 comentários:

  1. Hoje eu me sinto refeito, recomposto...
    Os sonhos se foram mas vieram outros sonhos mais fortes e verdadeiros... É assim o tempo todo...
    Muitos projetos esquecidos nas gavetas e outros esboçados na prancheta... Para cada projeto perdido um projeto novo, de novo... Eu choro com o corpo e com a alma pois toda despedida é breve mas também é um mistério... Simples assim, e no entanto tão complexo... Oh! almas que vagam em meio as multidões... Tão anõnimas como eu, corpo civilizado a caminhar pelas ruas da cidade, quem sabe dos seus infortunios?

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  2. Gostei muito do conteúdo do blog, penso que a blogsgeta só tem a ganhar com saites assim. Aproveito para dizer que em meu blog: www.jairclopes.blogspot.com publiquei uma matéria interessante sobre GENTILEZA que gostaria que você lesse e comentasse.

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  3. meditar sobre o tempo, tentar saber se o passado e o futuro são válidos e se realmente existem, nos leva a um labirinto que, chamam de solidão. Ou é assim, ou se trata de uma solene bobagem.
    Quando mentimos para uma mulher voltamos a ser o menino desprotegido que não tem abrigo em seu desamparo.A mulher, como as plantas, como os temporais da selva, como o fragor das águas, se nutre dos mais obscuros designios celestes. É melhor saber disso logo. Do contrário, surpresas desoladoras nos aguardam.
    Uma facada no corpo de alguém que dorme. Os lábios descobertos da ferida que não sangra. A vertigem, o estertor, o silêncio final. Assim certas certezas que a vida nos reserva, a indecifrável, a certeira, a errática e indiferente vida.
    É preciso pagar por determinadas coisas, outras sempre se fica devendo. Isso é o que pensamos. No "é preciso" se esconde a cilada. Vamos pagando, vamos devendo, e muitas vezes sabemos disso.
    Os gaviões que gritam sobre os precipicios e giram atrás de sua presa são a única imagem que me vem para evocar os homens que julgam, legislam e governam. Malditos.
    Uma caravana não simboliza nem representa nada. Nosso erro está em pensar que vai para algum lugar ou vem de outro. A caravana esgota seu significado em seu próprio movimento. Os animais que a formam sabem disso, os guias ignoram. Será sempre assim.

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